Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Curitibanos

Arquivo para junho, 2012

Dilma chama ministros para elogiar Rio+20, apesar de críticas

A presidente Dilma Rousseff chamou nesta segunda-feira ministros envolvidos nas negociações da Rio+20 para elogiar a organização e os resultados da conferência da ONU, na semana passada, apesar de críticas de delegações estrangeiras ao documento final do encontro.

A Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável foi encerrada na sexta-feira sob críticas de delegações, especialmente da União Europeia, e de ambientalistas, que apontaram falta de ambição ao texto final, proposto pelo Brasil após negociações entre países terem fracassado na construção de um acordo.

Dilma ficou “muito satisfeita” com os resultados da conferência e recebeu diversos elogios quanto à logística do evento, disse à Reuters uma fonte da diplomacia brasileira que participou das negociações. A reunião ocorre no Palácio do Planalto.

A crise econômica internacional ofuscou as discussões de diversos pontos importantes, como o financiamento de projetos de desenvolvimento sustentável, questão que foi excluída do texto final.

A criação de um fundo de 30 bilhões de dólares, proposto pelo G77 -grupo que reúne países em desenvolvimento, incluindo Brasil e China- foi rejeitado por países ricos, tradicionais financiadores de programas ambientais e os mais afetados pela crise.

O texto menciona apenas diversas possíveis fontes de financiamento, mas não cita valores.

A oposição de países desenvolvidos também impediu avanços para a transferência de tecnologia, como reivindicam nações em desenvolvimento.

Dilma classificou na semana passada o texto final como o “possível”, e disse que ele é o ponto de partida para avanços.

Os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Celso Amorim (Defesa), Gleisi Hoffman (Casa Civil) e Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) participam da reunião.

(Reportagem de Hugo Bachega)

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Rio+20.


Entenda a rio + 20

Entenda a rio+20 em 1 minuto. Acesse o link :  http://g1.globo.com/natureza/rio20/entenda-a-rio20/platb/


Um problema de distribuição Apesar do excesso de grãos, Índia tem subnutrição.

Apesar do excesso de grãos, Índia tem subnutrição.

Distribuição de alimentos, um problema que não é só da Índia mas do mundo. Nesta hora nos perguntamos onde esta a segurança e a soberania alimentar?

http://nytsyn.br.msn.com/videos/default2.aspx?cp-documentid=88e8bd4a-3215-86cf-8c6d-d093855a2c01 


Curitibanos: 143 Anos de História

Os primeiros habitantes de nossa região foram índios da nação Jé grupos Xokleng e Kainganges;

O nome Curitibanos vem do gentílico de Curitiba Curitibano.

Curiy – Pinheiro – tiba – bastante – Kuri­­-yty = pinheiral

Kuriih= Araucária – Kuriitihva = pinor = pinheiral

(Filipak, Francisco: Curitiba e suas variantes Toponímicas – Ensaio Histórico lingüístico, Curitiba 1999).

Em 11 de Junho de 1869 Curitibanos se emancipou de Lages tornando-se então um município, nesta época abrangia uma vasta extensão territorial que compreendia os então Municípios de  Campos Novos, Caçador, Canoinhas, Ponte Alta, … mas somente em 08 de Abril de 1873 Matheus Jose de Souza e Oliveira e Lucidoro Luiz de Matos tomaram posse em nome dos demais vereadores numa sessão solene na Câmara de Lages.

Em um período anterior a isto muitos fatos ocorreram, mas deu-se principalmente o início da colonização destas áreas, onde podemos destacar a abertura de uma estrada que ligava ligando o Sul a 5ª Comarca de Curitiba pertencente a São Paulo; Com isto a região tornou-se rota de acesso dos tropeiros ao sudeste, passando a ser conhecida como “Pouso dos Curitibanos” por estes; Em 1773, o capitão português Antonio Joze Pereira, membro da comitiva de Antonio Correa Pinto, fundador de Lages, veio com sua família morar na região e fundou a “Fazenda dos Curitibanos”, provavelmente estava localizada na Lagoinha próxima a Lagoa Grande e as cinco primeiras pessoas mortas pelos índios, teriam sido sepultados no cemitério do Lageado, a fazendo foi abandonada em 1783 devido a um ataque dos índios.

Posteriormente a isso podemos destacar o período da Guerra do Contestado, de 1912 à 1916, onde a princípio estas terras estavam sendo cobiçadas pela Argentina, e posteriormente disputada pelos estados de Santa Catarina e Paraná, e em meio a tudo isso numa tentativa de colonizar esta região e torná-la efetivamente brasileira o governo federal ordenou a construção de uma ferrovia que foi entregue a empresa Norte Americana Brazil Railway, esta por sua vez além de receber um valor em dinheiro teria direito a  15 km de terras de cada lado da ferrovia, gerando grande conflito com a população que ali estava durante muitos anos.

Em um período mais recente podemos destacar a grande exploração do pinheiro brasileiro a partir de 1940, sendo que cerca de 150 serrarias estavam funcionando a pleno vapor neste período, o declínio desta indústria madeireira se deu devido a escassez de matéria prima, gerando as primeiras comunidades pobres do município; A pecuária foi uma atividade constante que por certos períodos foi a base da economia, em outros períodos se manteve estagnada, porém sempre estável.

Já na década de 80 podemos destacar a grande de produção de Alho, sendo que a cidade neste período foi reconhecida como a “Capital Nacional do Alho”,  e tem uma variedade nobre oriunda desta região  (Alho Chonan) este produto porém perdeu sua força devido aos baixos preços do alho exportado inicialmente da Argentina e posteriormente da China.

Estas áreas nos dias de hoje são ocupadas pelo cultivo da soja, porém esta não é tão significante, a pecuária mantem-se estável e com a entrada da Universidade Federal de Santa Catarina e a empresa Berneck a população local está respirando novos ares, os quais esperamos que sejam prósperos!

 


Plantador de Fumo – Tio e Sobrinho

 


Código Florestal Brasileiro


CONVITE – SENAFRUT 2012

O 10º Seminário Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado – SENAFRUT 2012 acontece de 26 a 28 de junho de 2012, no Centro de Eventos do Parque Nacional da Maçã, em São Joaquim – SC

Objetivo: Contribuir com a integração, atualização técnica e informação dos membros da cedeia produtiva da fruticultura de clima temperado

Público Alvo: Produtores, profissionais, empresas, instituições e demais atores ligados ao agronegócio de frutas de clima temperado

Inscrições: As inscrições são efetuadas após envio de ficha de inscrição e comprovante de depósito bancário do valor da taxa de inscrição para os organizadores do seminário.

Ver Programação Completa


A Voz dos Cientistas Críticos.

A polêmica sobre os organismos geneticamente modificados (OGMs) é complexa, envolvendo poderosos interesses econômicos, bem como aspectos éticos, legais, emocionais e científicos.
Os cientistas do grupo ‘triunfalista’ afirmam que os OGMs e produtos derivados são seguros para o meio ambiente e não oferecem maiores riscos à saúde que os similares não modificados geneticamente. Isto é contestado pelos cientistas ‘críticos’, motivados pela escassez de estudos sobre impactos ambientais e toxicidade dos OGMs, e que apontam falhas em testes efetuados pelas empresas donas das patentes dos transgênicos e por órgãos governamentais.

Tomando como exemplo as graves falhas nos testes de toxicidade apresentados pela empresa Monsanto à CTNBio para tentar obter a liberação da sua soja RR.  A aprovação, como suplemento alimentar, da venda do aminoácido triptofano, obtido de uma bactéria transgênica, que continha impurezas altamente tóxicas (provenientes do processo de transgenia), que acabou ocasionando a morte de 37 pessoas e doença grave em outras 1.500 infectadas, com uma nova patologia chamada eosinophilia myalgia magna. Outro exemplo, foi o licenciamento do hormônio rBGH, da Monsanto, para aumentar o rendimento da produção de leite, provocando graves infecções nos animais e aumentando no leite, o teor de uma substância denominada IGF, que eleva o risco de câncer mamário.

Outro detalhe, é que os alimentos geneticamente modificados não são rotulados nos Estados Unidos e na Argentina. As empresas temem que, com rótulos explícitos, os consumidores poderiam evitar tais alimentos, a exemplo do que ocorre na Europa, onde a rejeição a eles é muito grande.

Questionam ainda, o estado atual do processo de transgenia, pouco preciso, que é aliado ao desconhecimento das funções de 97% do genoma. Isso pode acarretar efeitos imprevistos, com riscos ainda não avaliados sobre o meio ambiente e a saúde pública, por exemplo, a transferência de genes de plantas geneticamente modificadas para outras espécies não modificadas, o surgimento de toxinas liberadas no solo pelas raízes das plantas, a criação de novos vírus, o impacto sobre insetos benéficos e a biodiversidade,em geral. Jáhá exemplos desses efeitos.

E por fim, os cientistas críticos acreditam que deve haver maiores salvaguardas no licenciamento de organismos geneticamente modificados, surgimento de uma nova geração de OGMs que não trará riscos desconhecidos à saúde e ao meio ambiente, amparadas por pesquisas e desenvolvida em instituições públicas, e não em empresas transnacionais.

Continue lendo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702000000300019&lang=pt


Símbolo da Agronomia e Símbolo da FEAB.

O primeiro símbolo da profissão do Engenheiro Agrônomo surgiu em 1946 por ocasião da regulamentação da profissão e era uma engrenagem – simbolizando a engenharia – com um arado dentro – simbolizando a agricultura. Em 1963 ele foi reformulado, ganhando mais detalhes e escrito “Engenheiro Agrônomo” ao longo da engrenagem.

O símbolo que persiste até hoje e ganhou alcance nacional surgiu em 1969, no VI CBA – Congresso Brasileiro de Agronomia realizado pela FAEAB (Federação das Associações dos Engenheiros Agrônomos do Brasil), realizado em Porto Alegre/RS. Na época a FAEAB tinha um debate mais progressista e crítico, sendo anos depois uma das organizações que apoiou a fundação da nossa FEAB e esteve lutando juto em torno de várias pautas, principalmente nas críticas à revolução verde e a construção da Agricultura Alternativa no país. Os “A” do símbolo representam as Associações de Engenheiros-Agrônomos dos Estados filiados à FAEAB, mostrando no seu conjunto a união das mesmas nas soluções dos problemas das Associações, dos Agrônomos, da Agronomia, da Agricultura, da Agropecuária e da Agroindústria.

Finalmente o símbolo da FEAB, a Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil. O símbolo é um aprimoramento do símbolo da profissão.

Ao invés de “deitado”, com duas de suas pontas tocando uma linha horizontal imaginária, ele tem a orientação vertical, ficando com apenas uma extremidade embaixo e outra apontando pra cima. Esse é o símbolo do Movimento Estudantil da Agronomia e sua posição é essa para dar idéia de movimento e renovação constantes, ao contrário do outro símbolo que dá a impressão de estar estático, parado. Está presente na bandeira da FEAB, em cartazes e materiais.

Símbolo da FEAB

Pode parecer uma diferença sutil mas em diversas universidades do país fica claro qual símbolo é de quem. Enquanto estudantes organizados utilizam o símbolo daFEAB, os professores, direção, e demais conservadores fazem questão de usar a versão original do símbolo. É só fazer uma rápida pesquisa pra ver que as organizações que promovem o agronegócio e o latifúndio se utilizam do primeiro símbolo. O símbolo invertido lembra também a maneira crítica de observar e construir os vários “A” que estão representados, sob a perspectiva de transformação da sociedade como um todo.

Fonte: http://feab.wordpress.com