Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Curitibanos

Arquivo para dezembro, 2013

Agricultura Urbana no Bairro São Luiz: Conhecendo a comunidade

O projeto de extensão Agricultura Urbana visa à implantação de uma horta comunitária com o intuito de promover práticas de segurança alimentar e incentivar relações sociais, visando à inclusão social da comunidade carente. Esta ideia vem sendo desenvolvida na comunidade São Luiz, sendo uma parceria entre prefeitura municipal de Curitibanos, Universidade Federal de Santa Catarina através do grupo PET e com a colaboração e participação dos moradores do bairro.

O primeiro contato com a comunidade foi realizado no dia 5 de novembro de 2013, aonde foi apresentado à proposta de agricultura urbana para os moradores que ali se faziam presentes. Neste dia foi realizado o convite à comunidade para fazer parte desta atividade de extensão, no qual foi observado que alguns indivíduos poderiam ser colocados como liderança contribuindo para o sucesso da proposta.  Em um segundo momento foi abordado temas como o local da implantação da horta, interesse dos moradores em participar e a opinião dos mesmos.

O último encontro do ano foi através de uma caminhada, que nos proporcionou conhecer as condições do bairro e a forma de vida de seus moradores. Foram distribuídos materiais informativos sobre o tema visando promover interesse e consequente participação. Foi possível observar à presença de famílias simples e humildes que através de sua cultura possuíam pequenas hortas em seu terreno. O esquecimento e muitas propostas não executadas fazem com que muitos dos morados não acreditem que o projeto aconteça na prática e  que traga benefícios ao local. É evidente que anterior à implantação da horta comunitária seja necessário desenvolver atividades com enfoque na recuperação da autoestima, ao mesmo tempo possibilitando lazer e conquistando a confiança de todos, para que a opinião das pessoas que não acreditam mude e estas passem a ser atuantes no projeto, se tornando possível presenciar melhorias significativas no bairro. 8710638119_b7e313654e

Por: Beatriz Ribeiro Gomes e Caroline Aparecida Matias

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Medidas da presidenta Dilma inovam a reforma agrária

 

A presidenta da República, Dilma Roussef, assinou decretos desapropriatórios que destinam mais 92 áreas ao programa de reforma agrária, além da Medida Provisória nº 636 que dispõe sobre a liquidação de créditos disponibilizados a assentados e concede remissões. As mudanças foram publicadas, nesta sexta-feira (27), no Diário Oficial da União.

Com os decretos, são 100 novas áreas liberadas para o programa de reforma agrária, desde outubro, além de novas regras de financiamento para os assentados, solução definitiva do endividamento e titulação mais acessível. As medidas inovam a política pública de reforma agrária, que já garantiu acesso à terra a mais de 1,2 milhão de famílias em toda a sua história.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, avalia que com a nova metodologia para obtenção de área, instituída por meio das Portarias MDA 5, 6 e 7, a reforma agrária ganha agilidade e segurança na implantação dos assentamentos. “Para dar mais rapidez a esse processo, garantiremos assistência técnica para viabilizar o desenvolvimento da produção dos assentados e gerar renda para as famílias assentadas, conferindo a elas dignidade e promoção da paz no campo”, enfatizou.

“Essas medidas sinalizam o caminho que está tomando a reforma agrária, uma política que harmoniza o acesso à terra e um conjunto de políticas públicas viabilizadas não apenas pelo Incra, mas por todo o governo”, acrescenta o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Carlos Guedes.

100 novas áreas para assentamentos

Os decretos destinam à reforma agrária 193.566,21 hectares em 16 estados. Juntas, as oito áreas decretadas em 25 de outubro passado, e as 92 publicadas hoje, têm capacidade para receber 4.670 famílias de trabalhadores rurais. O Incra investirá R$ 267,1 milhões na indenização dos imóveis aos proprietários ainda em 2014. O pagamento da terra nua é feito por meio de Títulos da Dívida Agrária (TDAs) e as benfeitorias são pagas em dinheiro. O pagamento é feito no momento em que a autarquia ingressa na Justiça com o pedido da posse do imóvel para criar o assentamento.

Levantamento feito pela Diretoria de Obtenção de Terras do Incra que resultou nos decretos apontou a utilização, em média, de apenas 22,2% das áreas utilizáveis dos imóveis. Em 50 deles não havia qualquer atividade produtiva desenvolvida pelos proprietários.

No entanto, a análise agronômica comprova que elas estão aptas a produzir alimentos e que o aumento do seu valor de mercado é significativo. A valorização da terra nas regiões em que estão inseridas alcançou 73,6% em 36 meses, entre julho de 2010 a agosto de 2013, segunda a tabela FNP. No período, a valorização de terras no Brasil atingiu 68,3%. “Isso demonstra que as áreas são viáveis. As terras dessas regiões estão valorizadas e a reforma agrária vai cumprir seu papel de produzir alimentos, diversificar a produção e gerar ocupação e renda”, explica o diretor de Obtenção de Terras, Marcelo Afonso.

Continue lendo: http://www.mda.gov.br/portalmda/noticias/medidas-da-presidenta-dilma-inovam-reforma-agr%C3%A1ria


Participação no Congresso de Ecologia

O Grupo Pet Ciências Rurais participou do XI Congresso Brasileiro de Ecologia e I Congresso Internacional de Ecologia, no período de 15 a 19 de setembro em Porto Seguro-Bahia. O Congresso teve como tema central “biodiversidade e sustentabilidade”. O Congresso teve grande enfoque para a preservação e sustentabilidade dos biomas brasileiros, trazendo estudos relevantes realizados em todos os biomas  e novas perspectivas para o futuro dos mesmos.

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