Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Curitibanos

Arquivo para janeiro, 2014

Hortas Comunitárias se Popularizam em Berlim

berlim

Seja no telhado de um shopping ou em um antigo aeroporto, as hortas estão se espalhando por Berlim. Cada vez mais, moradores trabalham a terra para cultivar tomates, batatas e… vínculos sociais, em uma cidade onde ainda parece haver espaço para tudo.

Alguns agriões esmirrados resistem bravamente às chuvas e aos fortes ventos que varrem as pistas de aterrissagem de um aeroporto fechado em outubro de 2008 e transformado em um amplo parque para os berlinenses.

Quando chega o bom tempo, pepinos, aipos e manjericão crescem à sombra dos girassóis nesse jardim comunitário. Recentemente, uma colmeia instalada no meio dos pequenos lotes começou a produzir o primeiro mel a levar o selo do antigo aeroporto de Tempelhof.

De dia, carrinhos de mão e mangueiras são usados a todo vapor nas matas de ervas aromáticas. Ao anoitecer, amigos brindam com cerveja para celebrar o espírito coletivo e a amizade.

“Allmende Kontor” e o vizinho “Rübezahl Garten” são duas das inúmeras hortas que cresceram como grama na capital alemã. No bairro popular de Wedding, uma associação planeja instalar cultivos de cenouras e morangos no telhado de um supermercado local.

“Trata-se de cultivar hortaliças e também de participar de um projeto coletivo, de fazer coisas juntos. É um lugar onde todo mundo participa”, explica Burkhard Schaffitzel, um dos iniciadores do “Rübezahl Garten”.

“As pessoas vêm de todos os horizontes, de imigrantes turcos a estudantes, passando por aposentados”, conta Gerda Münnich, uma entusiasta da “Allmende Kontor”.

Esse é exatamente o segredo do sucesso. Sua horta já conta com cerca de 300 “arrendatários” e tem uma lista de espera de mais de 200 pessoas. Os responsáveis pelo jardim pagam 5.000 euros por ano à Prefeitura para utilizar seu pedaço de terra e fazem apelos por doações para manterem a iniciativa.

Legumes e verduras crescem em baldes e caixas de madeira, porque a Prefeitura não permite as plantações diretamente no solo no antigo aeroporto. Alguns optaram pela originalidade. Sapatos usados, mochilas, ou até uma velha cadeira de escritório: vale tudo para garantir seu espaço na horta.

Horta, um lugar de socialização

A escolha pela jardinagem cria um estilo de vida e, ao redor dela, surgem “pequenos lugares”. O mecânico de bicicletas “Ismael” oferece seus serviços em um reboque velho e amassado, instalado no terreno, enquanto uma “praça do povo”, no centro do jardim, permite que a comunidade possa assar salsichas quando o grupo organiza festas.

“A horta não é apenas um lugar dedicado a uma atividade de auto-subsistência, mas um lugar de socialização”, explica a socióloga alemã Christa Müller, que escreveu um livro sobre o “urban gardening”.

O fenômeno é internacional. Desde seu início nos bairros pobres de Nova York, já foram criadas hortas comunitárias em Paris, Montreal e outras cidades. Na capital alemã, houve um empurrão muito particular: a reunificação da cidade, após a queda do Muro no final de 1989, que dividiu Berlim por 28 anos. A mudança deixou uma grande quantidade de espaços vazios e abandonados.

“Londres e Paris estão saturadas. Aqui ainda temos lugar para plantar verduras”, comemora Schaffitzel.

Para muitos, criar uma horta coletiva também é uma iniciativa cidadã. “Fazemos política no meio das alfaces”, brinca Gerda Münnich, que, depois de passar sua carreira diante das telas dos computadores, decidiu se dedicar às abóboras e aos repolhos.

“É se apropriar um pouco da cidade. É participar da decisão coletiva. Esse pequeno terreno que eu cultivo é um pedacinho da cidade que me pertence”, diz ela, com orgulho.

Para a socióloga Christa Müller, esse movimento é uma espécie de contrapeso à sociedade neoliberal.

Esses novos urbanos “ficam felizes de produzir algo eles mesmos, no lugar de encher o carrinho no supermercado”, considera Burkhard Schaffitzel, do “Rübezahl Garten”.

Fonte: br.noticias.yahoo.com/

Anúncios

Embrapa lança tomate que ajuda na prevenção de doenças degenerativas

tomate_embrapa (Foto: Henrique Carvalho/Embrapa)
O híbrido é representante de uma nova geração de tomates nutricionalmente enriquecidos (Foto: Henrique Carvalho/Embrapa).

A Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) lançou a tomate desenvolvido com elevados teores de carotenoide licopeno, um antioxidante tido como um dos mais eficientes na prevenção de doenças degenerativas e cardiovasculares.

A cultivar BRS Zamir, do tipo cereja, está direcionado ainda ao segmento de cozinha gourmet em função dos equilibrados teores de açúcar e ácidos. O novo híbrido conserva todas as principais características do segmento “grape” (textura, sabor e cor).

“A demanda por tomates especiais, do tipo “gourmet”, tem crescido muito no Brasil. O desempenho do híbrido BRS Zamir, tanto na parte sensorial, conservação pós-colheita, como na produtividade, comprovadas em testes realizados em Goiás e São Paulo, colocam esse híbrido entre os melhores materiais genéticos em termos de desempenho agronômico”, avalia o pesquisador Leonardo Boiteux, coordenador do Programa de Melhoramento de Tomate do Centro de Pesquisa.

Para os produtores rurais, as vantagens do híbrido estão na produtividade e durabilidade no período pós-colheita: são em média oito quilos por planta e duração de até 15 dias na prateleira, após ser colhido. O material, segundo Boiteux, possui um gene que estimula a bifurcação dos cachos e aumenta o número de frutos por penca, o que o torna extremamente atrativo para o produtor. “O BRS Zamir foi testado por grandes produtores de tomate de Goiânia e teve uma excelente aceitação”, registra.

O cultivo protegido é preferencialmente recomendado para o novo híbrido, embora, com manejo adequado, o plantio em campo aberto não diminua as suas qualidades. O pesquisador José Mendonça, um dos integrantes da equipe de lançamento do híbrido BRS Zamir, recomenda, no entanto, que seja priorizado o cultivo na época de sequeiro, durante os meses de maio a setembro, quando costuma haver menos chuva.

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2014/01/embrapa-lanca-tomate-que-ajuda-na-prevencao-de-doencas-degenerativas.html


Vídeo: Como cultivar flores comestíveis

Herborista apresenta diversas espécies de flores comestíveis, como capuchinha e calêndula, e ensina como cultivar as plantas


Agricultura Urbana – Hortas ocupam terrenos baldios e mudam a paisagem urbana em Diadema

hortifruti_horta_urbana_diadema (Foto: Marcos Luiz/Divulgação Prefeitura de Diadema)Moradores trabalham em antigo terreno baldio com o cultivo de hortaliças na periferia de Diadema (Foto: Marcos Luiz/Divulgação Prefeitura de Diadema)

Há dez anos, um dos municípios mais densamente povoados do país, Diadema, na Grande São Paulo, está modificando seu cenário com a produção de alimentos em hortas urbanas comunitárias. Terrenos antes utilizados para o descarte de lixo e entulhos, além de atraírem usuários de drogas, hoje produzem alimentos como hortaliças, melancia, morango e até milho. Além da prevenção ao mau uso dos espaços, as hortas, que fazem parte de um programa da prefeitura chamado Agricultura Urbana, ajudam moradores na geração de renda e na preservação do meio ambiente.

“Inicialmente, a intenção era justamente produzir alimentos naturais onde há carência, como as partes periféricas da cidade. Hoje, a produção de hortaliças orgânicas não só reflete na renda da família do participante, como também aumenta a oferta desse tipo de produto nas imediações da região”, diz o técnico agrícola George Franklin, da prefeitura do município.

O programa foi impulsionado por linhas de financiamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) em 2003, mas, nos últimos três anos foi intensificado. Além das hortas, os espaços também abrigam programas ocupacionais e educacionais.

No total, Diadema conta hoje com 26 hortas ativas, totalizando 12 mil metros de área cultivada com produção de aproximadamente 12 toneladas mensais – uma média de um quilo de alimento por metro quadrado.

No início, uma equipe do governo procurava possíveis terrenos para a implantação das hortas, com a limpeza do terreno, cerca, adubação e plantio de mudas. Hoje, a população já faz os pedidos para a criação de novos espaços. Quinze hortas ainda estão na lista de espera para serem implantadas. A prefeitura reconhece que a demanda é grande e tem dificuldades para atender todas as famílias cadastradas.

Mesmo assim, o coordenador operacional do programa, José Antoniel Gomes, diz que até o final do atual governo mais 100 hortas devem ser implantadas. “Pretendemos utilizar todos os espaços que não tenham um aproveitamento correto para implantar novas hortas. Uma vez que a implantação feita, é possível mudar o visual da cidade e principalmente o pensamento das pessoas”.

hortifruti_horta_urbana_diadema (Foto: Silene Silva/Ed. Globo)
A grande demanda pela implantação de novas áreas gera dificuldades para atender todas as famílias cadastradas. (Foto: Silene Silva/Ed. Globo)

 

Alguns horticultores já tinham convívio e algum conhecimento em cultivo, mas a maioria era formada por trabalhadores da indústrias ou comércio com uma cultura urbana, sem qualquer contato com a agricultura. Para apoiar os iniciantes, o programa conta com uma equipe de 15 pessoas que circulam pelas hortas diariamente orientando a população sobre os cuidados na manutenção dos canteiros, além de fornecer mão de obra e produtos como sementes e mudas.

Geração de renda

As hortas não utilizam agrotóxicos, o que impede o risco de contaminação do solo, nascentes, animais e trabalhadores. A produção, além de adequada à tendência da busca por alimentos saudáveis, está alterando sifnificativamente a vida dos moradores.

As donas de casa Maria Oliveira Urbano e Lucimara Rodrigues Silva, que sofriam de depressão, participam do programa na modalidade ocupacional, cujo objetivo é ajudar os moradores no tratamento da saúde. “Antes, eu vivia em hospitais. Quando iniciou o programa em minha comunidade, comecei a trabalhar no cultivo e minha saúde e alimentação melhoraram. Para mim, está sendo uma terapia”, conta Maria. Lucimara também teve melhora na saúde, e viu a da filha, de 9 anos, beneficiada com a boa alimentação.

hortifruti_horta_urbana_diadema_criancas (Foto: Divulgação Prefeitura de Diadema)As crianças do projeto em um dos canteiros escolares (Foto: Divulgação Prefeitura de Diadema)

Além do consumo próprio, os moradores vendem o excedente ou doam o produto a entidades sociais em quantidades que variam. Também não há um valor absoluto sobre a venda das hortaliças. Alguns moradores obtêm um complemento de renda que pode chegar a R$ 700 por mês. Nas hortas, um pé de alface pode custar até R$ 2,00, sendo que em feiras e supermercados o produto orgânico sai por cerca de R$ 3,50.

Educação ambiental e agrícola

Além das hortas ocupacionais, Diadema também trabalha com hortas voltadas para a educação. São sete pequenas lavouras implantadas na rede municipal de ensino para que os alunos possam comer alimentos cultivados por eles mesmos na própria escola.

As crianças sentem-se entusiasmadas com a responsabilidade e botam o pé na roça. Os professores fazem a junção da atividade nas hortas com o conteúdo ministrado na sala de aula.

A experiência de plantar e colher torna natural a curiosidade de se alimentar de forma mais saudável e serve como incentivo aos familiares porque os alunos também podem levar o resultado do cultivo para casa. “O contato com o cultivo gera expectativas nas crianças em consumir os produtos que ajudaram a plantar” diz George.

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Hortifruti/noticia/2014/01/hortas-urbanas-mudam-paisagem-urbana-em-diadema.html


Homem consegue fazer uma floresta crescer em pleno deserto.

Homem consegue fazer uma floresta crescer em pleno deserto. Entenda como

Responda rápido: é uma boa ideia tentar plantar alguma coisa em um solo desértico? Pois é. A sua resposta é a mesma dada por quase todo mundo: lógico que não é uma boa ideia. A opinião é diferente, porém, para um homem chamado Yacouba Sawadogo que, indo contra a lógica mais fácil, conseguiu fazer o solo desértico ficar produtivo.

Sawadogo simplesmente desenvolveu uma nova forma de reflorestamento e reaproveitamento do solo no país africano de Burkina Faso, afinal ele já sabia que uma terra, para ser produtiva, precisa ser também bem tratada. A questão era descobrir um jeito de tratar da maneira certa um solo desértico que havia sofrido erosão graças ao alto índice populacional da região.

Na década de 80, cansado de ver suas plantações acabando por causa da terra “ruim”, Sawadogo decidiu colocar em prática um antigo ensinamento conhecido como “zai”, que consiste em fazer sequências de pequenos buracos no chão para preenchê-los com adubos e fezes de animais. Essas aberturas são capazes de reter a água da chuva e manter uma espécie de reserva. As sementes de árvores plantadas ali crescem normalmente.

Dicas

Fonte da imagem: Reprodução/Mundogump

Os terrenos devem ser preparados durante a seca, o oposto do que se poderia imaginar seguindo um raciocínio lógico, e por isso Sawadogo chegou a ser ridicularizado pelos moradores vizinhos. O fato é que, depois de 20 anos, as terras de Sawadogo estavam produtivas e ele já tinha uma floresta de 30 hectares, com mais de 60 espécies de árvores.

Quando percebeu que suas estratégias estavam funcionando, o fazendeiro passou a organizar palestras em suas terras, para ensinar a técnica a outros interessados. A ideia foi tão incrível que o cineasta Mark Dodd resolveu criar um documentário e narrar a história do “Homem que parou o deserto”, contando como apenas ele salvou a vida de uma das regiões consideradas mais desérticas de todo o mundo.

Agora que a prática já é divulgada, Sawadogo tem recebido doações do mundo inteiro, para investir em suas pesquisas e em usos de técnicas como as de escoamento lento, que leva água de poço à terra.

Continue lendo: http://www.megacurioso.com.br/mundo-verde/40709-homem-consegue-fazer-uma-floresta-crescer-em-pleno-deserto-entenda-como.htm


Participação no IX Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais

No ano de 2013, o Grupo PET Ciências Rurais participou de alguns eventos científicos, dentre eles o IX Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais com o tema Políticas Públicas, Educação e Formação em Sistemas Agroflorestais na Construção de Paisagens Sustentáveis. O IX Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais (IX CBSAF) aconteceu de 14 a 18 de outubro de 2013 no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus, com o tema central “Políticas públicas, educação e formação em Sistemas Agroflorestais na construção de paisagens sustentáveis”. O evento reuniu 641 participantes, entre eles: pesquisadores, professores, extensionistas, gestores públicos e privados, estudantes, líderes comunitários e produtores rurais.

O tema abordado reflete em parte a necessidade de ampliar as conquistas relacionadas aos sistemas agroflorestais no Brasil por meio de uma educação contextualizada em sua perspectiva emancipatória como forma de adequar e criar políticas públicas relacionadas aos SAFs (Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, Programa Nacional
de Fortalecimento da Agricultura Familiar, Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional de Alimentação Escolar).

O Grupo Pet apresentou um trabalho em forma de Poster, através da parceria com a EPAGRI, com o trabalho com o tema “Atividade Fotossintética de Plantas Jovens de Butia eriospatha em diferentes níveis de intensidade luminosa.”

DSC07034


Portaria interministerial cria a Campanha Brasil Orgânico e Sustentável

organico Portaria interministerial cria a Campanha Brasil Orgânico e Sustentável

Brasília – Os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Desenvolvimento Agrário lançaram a Campanha Brasil Orgânico e Sustentável, que está inserida na agenda de meio ambiente e sustentabilidade do governo federal para a Copa do Mundo de 2014. A portaria que prevê a medida foi publicada ontem (16) no Diário Oficial da União.

Os objetivos da campanha são incentivar o consumo de produtos orgânicos, aumentar o nível de conhecimento da população para a alimentação saudável, além de ampliar e diversificar os canais de comercialização de produtos sustentáveis. A ideia é desenvolver uma cadeia produtiva mais estruturada e estimular uma demanda diferenciada, promovendo geração de emprego e renda e proteção do meio ambiente.

A campanha busca incentivar a comercialização e o consumo de produtos orgânicos e da agricultura familiar nas 12 cidades-sede da Copa por meio do aumento de oportunidades para que cooperativas divulguem e vendam seus produtos no megaevento.

“Depois de fazermos um grande trabalho na Rio+20 juntando os aspectos econômico, social e ambiental, queremos repetir isso na Copa, que é a ocasião para discutir o consumo sustentável. Queremos incentivar o consumo dos produtos orgânicos e fortalecer nossas cadeias agroecológicas. A Copa é a oportunidade para avançar a agenda da sustentabilidade”, disse a ministra Tereza Campello.

Fonte: http://envolverde.com.br/noticias/portaria-interministerial-cria-campanha-brasil-organico-e-sustentavel/


Revitalização Bosque da Leitura no Leoniza Carvalho Agostini

O projeto de revitalização do Bosque da Leitura, no Núcleo Municipal do Campo Leoniza Carvalho Agostini, localizado na comunidade de Marombas, interior de Curitibanos, está em fase final de implantação. Os trabalhos que iniciaram com limpeza da área e nivelamento do solo, atualmente já se encontram nas etapas finais, criando um ambiente agradável e diverso para os alunos realizarem leituras e aulas ao ar livre.

O projeto conta com a implantação de uma mandala para ervas medicinais e temperos, além de canteiros geométricos para auxiliar o aprendizado dos alunos. Parte da área já foi semeada com flores, além do plantio de espécies arbóreas e temperos diversos na mandala. O objetivo deste projeto também é de integrar os alunos e funcionários da escola, onde a participação ocorreu no plantio de mudas de grama e no cuidado com o que já foi realizado. As áreas que não apresentam espécies plantadas terão a participação dos alunos para escolha e plantio de novas espécies, além disso, a escola realizará a manutenção e conservação do Bosque.

DSC02566

Foto: Fabiane S. Granemann

DSC02567

Foto: Fabiane S. Granemann

DSC02561

Foto: Fabiane S. Granemann